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quinta-feira, 27 de setembro de 2012


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É, eu só lamento, sabe

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"Tenho vontade de te chamar de idiota. Porque é isso que você é. 
Tá me perdendo e não percebeu ainda. Tá esperando legenda? 
Eu choro, respiro, tenho medo mas isso não faz a mínima diferença pra você.
Mas eu insisto em nós e vim aqui te pedir cuidado.
Não me deixa ir embora, isso é quase uma súplica.
 Cuida do pouco que restou de nós pra ver se ainda vai restar alguma coisa pra contar pros nossos filhos 
- se eles existirem, claro - Mas não deixe eu sair por aquela porta.
 Mesmo que seja de mãos vazias. Eu não voltaria pra buscar nada. 
Porque na verdade, não ficaria nada para trás. 
Nem roupas, nem jóias. Nem amor. Nem lembranças. E isso vai doer que eu sei. 
É, eu só lamento, sabe. Lamento ter visto muita coisa numa pessoa que não viu nada em mim."

Tati Bernardi

segunda-feira, 11 de junho de 2012


Aprenda Guria!

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domingo, 10 de junho de 2012


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terça-feira, 23 de agosto de 2011


Sabe qual é meu maior medo?

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É acabar vivendo uma vida que não é minha. É acabar falando demais por não ter nada a dizer. Meu maior medo é perder a confiança de quem eu amo. Meu maior medo está em minhas atitudes, nas coisas que eu falo e depois acabo me arrependendo. Meu medo é ter que sorrir quando estou me acabando por dentro. Queria dizer: "Não! Eu não tenho nenhum medo." Mas não é tão fácil assim, como num simples passe de mágica. O meu medo só vai evaporar, quando eu ter a certeza de quem eu sou. 


Autor: Guilherme Pimentel.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011


Eu sou antipática mesmo

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O Mundo tá cheio de gente brega e limitada e é um direito meu não querer olhar na cara delas, não tô fazendo mal a ninguém, só tô fazendo bem a mim (..) E dói mesmo, eu me apaixono mesmo, eu sou intensa mesmo, eu me ferro mesmo, às vezes eu ferro as pessoas mesmo. Tudo é bom, tudo é vazio, tudo é bom de novo.
 Viver é um absurdo e não dá pra passar por isso tão ileso.

Tati Bernardi

Sou convencional, apesar de não ser normal.

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Se eu me corto, eu sangro. Se bato o dedo no pé da mesa, dói. Sou uma pessoa comum. Acredito no até que a morte nos separe e também no eterno enquanto dure. Acredito que, se eu sou capaz de ser fiel, alguém mais pode ser. Acredito que eu não sou uma laranja, mas preciso da minha outra metade pra me sentir inteira. Valorizo as pequenas atitudes, assim como condeno pequenas mancadas. Sou rancorosa, guardo por anos uma coisa que me magoou de verdade. Sei perdoar. Passo por cima dos erros pra ficar junto das pessoas que eu gosto. Tenho meus limites. O primeiro deles é meu amor-próprio. Perdôo uma vez, porque errar é humano. Perdôo duas porque o ser humano é estúpido às vezes. Mas não posso viver perdoando, porque isso seria incompetência minha.

Brena Braz